Categoria: Opinião

  • Advogado Evans Melo, novo colunista do Jornal RS NORTE

    Advogado Evans Melo, novo colunista do Jornal RS NORTE

    OLÁ,  AMIGOS E AMIGAS!

    Hoje estou iniciando minha atuação como colunista deste distinto meio de comunicação que é o jornal RSNorte. Saúdo a todos os seus seguidores e destaco que me dedicarei para trazer assuntos que contribuam com nossa comunidade, município e região, pois a verdade e a informação correta devem ser primordiais na imprensa livre.

    João 8:32 – E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

    LIBERDADE DE EXPRESSÃO I

    A liberdade de expressão deve ser exercida de forma honesta e com responsabilidade, pois o Direito à Informação é uma garantia fundamental, assim como a própria Liberdade de Expressão. A manifestação do pensamento, portanto, deve ter um compromisso com os fatos e não com os interesses obscuros, pois tudo sempre vem à luz e a imprensa é o meio de informar a população.

    LIBERDADE DE EXPRESSÃO II

    A Imprensa Livre é uma garantia constitucional decorrente do Direito à Informação e deve ser um baluarte da verdade. Seu exercício deve ser realizado de modo responsável e com fidedignidade da notícia aos fatos, mas sobretudo com o contraditório, ou seja, ouvindo os dois lados. Não cabe à imprensa julgar, mas informar de forma imparcial, inclusive na manifestação de sua opinião.

    LIBERDADE DE EXPRESSÃO III

    A recente decisão do STF, que possibilita a responsabilização dos órgãos de imprensa por palavras dos entrevistados é, ao que parece, uma forma de limitação da Liberdade de Expressão e da Imprensa Livre, pois pune quem traz a notícia por todos os seus ângulos. A verdade não pode ser fabricada, ela é um fato e esses dois direitos fundamentais são a garantia de que a luz iluminará a realidade para que a informação seja precisa e o seu receptor possa formar sua opinião de forma livre, exercendo seu direito ao livre pensamento.  A limitação da Liberdade de Expressão é contraprodutiva e suprime o livre pensamento e sua manifestação.

    R$ 177 Milhões

    Este é o orçamento estimado para o ano de 2024 que foi aprovado no dia 13 de dezembro de 2023 pelo Poder Legislativo Municipal. Será que todos sabem o destino desse dinheiro? Nas próximas edições iremos trazer informações sobre o destino do orçamento público, pois todos os cidadãos são fiscais natos e devem estar cientes de como seus impostos são gastos.

    QUAL A SITUAÇÃO?

    O Frederico em Luz está muito bonito e pomposo, parabéns aos envolvidos, mas a pergunta que fica é?

    Qual a situação do restante do município? Veremos nas próximas colunas.

  • Gerson Luís Batistella: Profissionalização da Administração Pública

    Gerson Luís Batistella: Profissionalização da Administração Pública

    A gestão pública, no Brasil, historicamente, é identificada pela designação de pessoas às áreas técnicas, estratégicas e de comando sem a necessária adequação dos perfis aos cargos a serem exercidos. Ou ainda pela falta ou insuficiente formação ao pleno e eficaz trabalho de qualificação, eficiência e efetividade dos serviços em prol da sociedade.

    Infelizmente, a distribuição de cargos públicos por viés político-partidário, em áreas de direção, chefia e assessoramento, resultante de acordos na seara política está na raiz dos principais problemas de gestão que encontramos atualmente no âmbito da administração pública.

    A escassez de recursos humanos disponíveis ao pleno atendimento das necessidades da nossa população, decorrentes de anos de insuficiente gestão, crescimento do endividamento público, déficits orçamentários e financeiros, obrigaà busca pela profissionalização na gestão, à implementação de ações, métodos e políticas de intervenção no modelo gerencial capazes de levar à necessária modernização das gestões públicas brasileiras.

    O modelo empírico de gestão, até então utilizado, caracterizado por escolhas de pessoas não plenamente qualificadas e comprometidas dará lugar à seleção técnica, calcada no preenchimento de perfis por parte de profissionais preparados, atualizados constantemente, como alternativa para a inadiável mudança que deverá ocorrer na forma de conduzir a administração pública no Brasil.

    A adoção de ferramentas e políticas na área de incremento à produtividade na seara pública, como remunerações variáveis, atingimento de índices e metas, e a adoção da meritocracia, até então tratados como de difícil implementação face o arcabouço jurídico disciplinador das relações entre os cargos públicos, surgem como iniciativas que vão ao encontro dessa nova realidade que se apresenta como necessária para que passemos a um novo patamar de excelência na administração pública.

    Considerando que a capacidade contributiva da sociedade em termos de tributação e contribuições sociais se aproxima de seu limite e que as necessidades de retribuição, por parte do poder público, esbarram no excessivo dispêndio com rolagem de sua dívida pública, a qual consome cerca de 45% de toda a arrecadação, ao déficit na área previdenciária, seja pelo aumento de gastos ou decorrentes da desvinculação de receitas que originalmente eram dirigidas para tal, o alto comprometimento de sua arrecadação com folha de pagamento e encargos previdenciários decorrentes,  forçosamente obrigará a adoção de novos modelos de gestão e o repensar de diversos paradigmas, que até então permeavam a administração pública vigente.

    Entretanto, a efetividade de escolhas técnicas se sustentará mediante a adoção de um contínuo planejamento de treinamento e qualificação de todo o quadro de cargos e empregos públicos, a adoção maciça de tecnologias da informação, a simplificação dos modelos tributários arrecadatórios e a descentralização quanto à aplicação dos recursos públicos. Isso tanto nas esferas federais, quanto nas estaduais para os municípios, local em que o cidadão reside e precisa que a administração publica satisfaça suas necessidades previstas pela Constituição Federal vigente.

    Por fim, desejar a todos os leitores um Feliz Natal e que tenhamos um excelente início de ano novo!

    Obs: O presente texto foi publicado, por este autor, na Revista do Conselho Regional de Administração do Estado do Rio Grande do Sul – CRA/RS.

    Gerson Luís Batistella. Administrador, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas, Professor, Auditor de Controle Externo do TCE/RS.

  • Neurologista Dr. Diego: “Já ouviu falar sobre neuralgia pós-herpética?”

    Neurologista Dr. Diego: “Já ouviu falar sobre neuralgia pós-herpética?”

    A neuralgia pós-herpética (NPH) é uma condição dolorosa que ocorre após uma infecção por herpes zoster, também conhecido popularmente como cobreiro. O herpes zoster é uma infecção viral que ocorre devido à reativação do vírus da varicela-zoster, que permanece latente no corpo após uma infecção de catapora (varicela), geralmente na infância. Quando o vírus é reativado, ele pode causar uma erupção cutânea dolorosa e bolhas na pele, conhecida como herpes zoster. A neuralgia pós-herpética é mais comum em adultos mais velhos (chega a ser de 9,1 por 1000 pessoas por ano acima dos 75 anos de idade), especialmente aqueles com sistemas imunológicos enfraquecidos, mas também pode afetar pessoas mais jovens.

    Após a fase aguda do herpes zoster, algumas pessoas desenvolvem neuralgia pós-herpética (quando a dor dura mais do que 30 dias), que é caracterizada por dor persistente e intensa na área afetada pela erupção cutânea (vesículas). Esta condição ocorre devido ao dano nos nervos durante a infecção por herpes zoster, levando a sinais de dor crônica que podem durar semanas, meses ou até anos após a cura das lesões cutâneas. A erupção cutânea inicial e a dor subsequente não ultrapassam a linha média do corpo, permanecendo unilateral (em apenas um lado) e restrito à área de inervação daquela região (chamado de dermátomo).

    Os sintomas da neuralgia pós-herpética incluem dor lancinante, queimação, formigamento ou coceira na área onde as erupções cutâneas estavam presentes. A dor pode variar de leve a intensa e pode ser desencadeada por estímulos leves, como o toque da roupa ou o vento na pele. A morbidade ocorre não somente pela dor, mas também pela limitação funcional e perda do contato social, que pode levar a sintomas depressivos.

    O tratamento da neuralgia pós-herpética pode ser desafiador e muitas vezes envolve uma abordagem multimodal para controlar a dor e melhorar a qualidade de vida do paciente. São tentadas várias medicações e combinações de terapias, inclusive psicoterapia para auxílio dos sintomas psicológicos e são ajustados de acordo com a fase aguda do herpes ou da neuralgia pós-herpética.

    Como o tratamento é complexo, algumas vezes é necessário o uso do tratamento intervencionista, que consiste em bloqueio epidural com anestésicos e corticoides, bloqueio de nervos simpáticos, radiofrequência ou estimulação medular.

    É importante que os pacientes com neuralgia pós-herpética trabalhem em estreita colaboração com uma equipe de profissionais de saúde, incluindo médicos, fisioterapeutas e psicólogos, para desenvolver um plano de tratamento individualizado. O tratamento precoce e adequado pode ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem dessa condição dolorosa. Assim, no momento em que perceber alguma alteração de sensibilidade local ou vesículas em queimação, procure logo um médico para fazer o diagnóstico e iniciar o tratamento. Forte abraço.

    Locais de atendimento:
    Passo Fundo – Rua Teixeira Soares 1117, sala 501, tel (54) 3622-2989/3622-2990
    Palmeira das Missões – Rua Rio Branco, 989, Sala 301, Edifício Athenas, Centro – Tel (55) 3742-4909
    Frederico Westphalen – Clínica Raimed, Rua Tenente Portela 435, tel (55) 3744-3100

  • Gerson Luís Batistella:  A destruição por fatores climáticos e o planejamento público como ação preventiva

    Gerson Luís Batistella: A destruição por fatores climáticos e o planejamento público como ação preventiva

    Nos últimos meses, diversas ocorrências climáticas têm assolados os municípios gaúchos, em especial, vendaval, granizo, excesso de chuvas e inundações, de forma muito superior à média dos últimos anos.

    Assistimos, um tanto assustados e estupefatos, a força da natureza e seu grau lesivo de destruição de bens materiais, atividades de sustento familiar e econômico, e de histórias e sonhos. Por trás de tantas notícias e situações ruins uma certeza: a solidariedade das pessoas se fez presente, organizando, arrecadando, ajudando, contribuindo para a minimização de tantas necessidades e dissabores.

    Por outro lado, revelou-se uma face um tanto preocupante em toda essa situação: os municípios gaúchos não estão plenamente preparados para lidar com situações de alta incidência, como as que ocorreram. Obviamente, não faltaram esforços, ações e contribuições de todos os órgãos governamentais, como o Governo do Estado e suas instituições, o Governo Federal e seus órgãos vinculados e dos próprios municípios, especialmente através de seu órgão de defesa civil municipal.

    Embora todos os municípios contem com órgão de defesa civil instalado, normalmente vinculado ao órgão de defesa civil estadual, depreende-se pela ausência de estrutura condizente em termos materiais e humanos como uma das ações preventivas e de planejamento prévio de ação.

    A análise de orçamentos municipais e a execução destes com ações relacionadas com a formação de estoque de materiais e a reserva de recursos públicos para fazer o enfrentamento de pronto das situações não previstas são indicativos dessa deficiência de planejamento.

    Poucos são os municípios que possuem uma conta bancária com recursos financeiros apartados, ao longo do tempo, para fazer frente às emergências que se impõem à sociedade, sejam essas de cunho de estiagem ou de excesso de chuvas, por exemplo. Normalmente, os orçamentos públicos até possuem, no início de cada ano, dotação orçamentária denominada “Reserva de Contingência” que se destinam, entre outras necessidades não previstas, a viabilizar o enfrentamento de consequências por ação climática.

    No entanto, embora a previsão orçamentária, que é um elemento contábil orçamentário, não há dinheiro previamente reservado, caracterizando-se, apenas, em possibilidade de se efetuarem compras/gastos, porém, sem a correspondente guarda de recurso público para tal. Obviamente, temos exceções em municípios, nessa linha de entendimento.

    A situação ora em reflexão nos remete, outra vez, à discussão do planejamento público como ferramenta de efetividade de gestão. Não podemos, enquanto sociedade, sempre contar com o óbvio dos acontecimentos, mas precisamos fazer do planejamento o norteador das ações públicas. E isso remete, dentre outros, à análise das liberações de alvarás de construção, na liberação de loteamentos urbanos, suas relações com o meio ambiente e a infraestrutura necessária a exigir para que, preventivamente, não se tenha ocorrências climáticas dessa magnitude associadas e uma ação fiscalizatória dos poderes públicos que efetivamente sejam efetivas.

    Outra questão comum que assola os municípios, muitas vezes, se relaciona com a realização de construções irregulares em áreas degradadas, próximas a encostas ou a rios, suscetíveis a consequências ambientais ou climáticas, onde o poder público foi silente em seu processo de fiscalização, seja por qual motivo. Esse segmento da população está à mercê da possibilidade de ocorrências nesse sentido.

    Também é decorrente da falta ou da fragilidade do planejamento público quando das situações de escassez de água, porquanto a dificuldade de que agricultores e residentes no meio rural tenham acesso a ela, especialmente quando necessário à manutenção do plantel de animais. Urge a necessidade de realização de ações preventivas, como a abertura de poços artesianos e açudes, em período antecedente à estiagem, devidamente mapeados, planejados e executados.

    Por fim, reiterar a importância de ampla discussão, no seio das comunidades, acerca das medidas preventivas a serem realizadas, fruto de amplo diagnóstico das áreas existentes visando a se preparar adequadamente quando da indesejada ocorrência climática vier a assolar, minimizando estragos e, em especial, preservando vidas.

    Gerson Luís Batistella. Administrador, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas, Professor, Auditor de Controle Externo do TCE/RS.

  • Neurologista Dr. Diego: “Depressão”

    Neurologista Dr. Diego: “Depressão”

    – Como passamos pelo setembro amarelo, mês de prevenção ao suicídio, volto a falar sobre depressão e o risco de suicídio que infelizmente ainda são um tabu para muitas pessoas. A depressão apresenta um diagnóstico amplo e heterogêneo. Os sintomas devem estar presentes por pelo menos duas semanas e devem ser severos na maior parte dos dias. A gravidade da doença varia com a quantidade e severidade de sintomas e o grau de perda funcional. Apresenta geralmente um curso de remissão e nova piora dos sintomas.

    Os sintomas emocionais podem ser: tristeza, ansiedade, irritabilidade, perda do prazer nas coisas, ideação suicida, falta de esperança, culpa exagerada. Os sintomas físicos podem ser: cansaço, ganho ou perda de peso, insônia ou hipersonia, disfunção sexual, dor de cabeça, dor de estômago, dor generalizada, agitação psicomotora. Os sintomas cognitivos são: desatenção, perda de memória, lentificação do pensamento e do julgamento, falta de planejamento e organização. Isso acaba afetando o relacionamento social, no trabalho e na família, criando um aspecto negativo na vida da pessoa. O tratamento da depressão possui três fases: o tratamento agudo em que se espera a resposta à medicação, a remissão e a manutenção. A resposta ideal é ter o controle completo dos sintomas e que não haja mais síndrome depressiva no futuro.

    A retirada da medicação em qualquer uma das fases sem ter completado corretamente o tratamento leva ao risco da piora dos sintomas novamente. Após a fase inicial do episódio depressivo, 50% permanecerão sem sintomas e não terão novo episódio, 35% terão depressão recorrente e 15% permanecerão com a depressão sem ter controle completo dos sintomas. Pessoas que sofrem de depressão têm um risco aumentado de pensamentos suicidas e comportamento suicida em comparação com a população em geral. O risco de suicídio está relacionado à gravidade da depressão, histórico de tentativas anteriores de suicídio, presença de outros transtornos mentais, falta de apoio social, acesso a meios letais e outros fatores. Porém, não se pode afirmar com certeza a porcentagem correta de suicídio na depressão, pois sua relação é complexa e influenciada por vários fatores.

    Se você ou algum familiar está passando por isso é importante que procure um médico ou profissional da área da saúde em que confie para receber o apoio necessário. De preferência o tratamento deve envolver o psiquiatra e o psicólogo. O tratamento envolve o uso de antidepressivos com associação à psicoterapia. Existe um tratamento adjuvante chamado de estimulação magnética transcraniana (TMS), em que é aplicado um estímulo magnético sobre o córtex cerebral que gera um potencial de ação neuronal e auxilia no controle da depressão.

    São realizadas várias sessões até se obter o controle adequado dos sintomas, sendo sempre acompanhado por psiquiatra e, se possível, psicólogo. Fique atento para o surgimento de sintomas e procure logo um médico para realizar o tratamento precoce! Locais de atendimento:Passo Fundo – Rua Teixeira Soares 1117, sala 501, tel (54) 3622-2989/3622-2990Palmeira das Missões – Rua Rio Branco, 989, Sala 301, Edifício Athenas, Centro – Tel (55) 3742-4909Frederico Westphalen – Clínica Raimed, Rua Tenente Portela 435, tel (55) 3744-3100

  • Gerson Luís Batistella: Liberdade de expressão e de agir

    Gerson Luís Batistella: Liberdade de expressão e de agir

    A liberdade de expressão e de agir é um direito a todo o cidadão brasileiro e isso está garantido pela nossa Constituição Federal. Numa rápida interpretação poderíamos dizer que posso me manifestar livremente e da forma que entenda ser adequado para que outras pessoas conheçam o que penso a respeito dos mais variados aspectos intrínsecos ao ser humano e à vivência em grupos, em sociedade.

    Nessa linha de compreensão acerca do tema todos temos o direito de opinar, achar, concordar ou discordar de algo, de alguém ou de uma situação. Vivemos num país livre e democrático, felizmente, que é o Brasil, logo estamos protegidos pelas normas constitucionais e legais. A questão a refletir é até onde e se temos algum limite para o pleno exercício desse direito tão importante na vida das pessoas.

    Numa sociedade organizada, plural em opções, gostos, cores, sabores, amores e preferências dos mais diversos aspectos que nos norteiam, a reflexão posta é: Posso me manifestar e agir sem freios ou limites? Até onde a minha liberdade de expressão e agir vai? Até onde começa o direito do outro ou a minha liberdade de expressão e agir começa onde termina o direito do outro? O mundo contemporâneo tem diversos exemplos de excessos: fake news de todas as formas e assuntos (como exemplos: questões políticas, vacinas, informações plantadas e disseminadas de toda sorte), a ofensa à honra e à dignidade do meu semelhante, a opção pela destruição de bens materiais, a postagem indevida e grosseira na rede social de outra pessoa, e por aí vai.

    Como brasileiros temos o direito e o dever de nos expressar, de exigir e de zelar pelos nossos direitos, mas também, sermos cientes e cumprirmos com as nossas obrigações. As redes sociais, em especial, são as destinatárias do nosso inconformismo com situações, pela não concordância com o pensar, agir e se postar de forma divergente. Medimos e enquadramos as pessoas pela nossa régua moral, de crenças, paradigmas e valores. O que não se enquadra nesses aspectos não nos serve. Desaprendemos a arte do respeito à opinião alheia, do pensar diferente, do agir e escolher diferente do que nós fazemos, e isso, não raras vezes, nos incomoda. O que fazemos? Invadimos, muitas vezes, redes sociais de outros e que, sem que ninguém tenha perguntado ou pedido, nos achamos no direito de inserirmos postagens que beiram o exagero, a falta de respeito e a grosseria. Isso faz parte do nosso conjunto de elementos intrínsecos à liberdade de expressão e de agir?

    A reflexão que se impõe é no sentido de que até que ponto somos empáticos, sabendo nos colocar no lugar do outro? Até onde eu posso me expressar e agir sem que isso signifique ofender ou invadir áreas das quais eu não tenho esse direito?

    A percepção que fica é que as pessoas estão continuamente se digladiando entre si, tentando impor ao outro o seu jeito de pensar e de se postar, não com ideias, argumentos consistentes, mas pela palavra áspera, pelo grito ou pela demonstração de força. Se você pensa, age e se comporta diferente de mim, você está errado. É isso que queremos?

    Viver em sociedade não é um vale tudo. Alguns valores não são negociáveis: o respeito, a educação, o comprometimento com o bem e as pessoas, o desprovimento de falas e gestos que conduzam a situações caracterizadas como preconceito de todas as formas.

    Em tempos conturbados e conflitantes, onde as opções e crenças de alguns não devem ser impostas a outros, em vários sentidos, fica a reflexão do quanto eu estou contribuindo para que as pessoas sejam mais unidas, que o bem prevaleça sempre, que a honestidade não precise ser dita como qualidade, pois ela é intrínseca ao ser humano, que a verdade seja a verdade e não uma mentira que se tenta transformar numa verdade. Que o respeito possa ser recuperado como um grande valor, que a minha liberdade de expressão e de agir possa ser exercida numa sociedade que respeita e que vive em harmonia mesmo com a divergência. O que eu tenho feito para que a harmonia em sociedade se sobressaia às opções e crenças individuais? Sigamos!

    Gerson Luís Batistella. Administrador, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas, Professor, Auditor de Controle Externo do TCE/RS.

  • Neurologista Dr. Diego: Fibromialgia, há solução?

    Neurologista Dr. Diego: Fibromialgia, há solução?

     Muitas pessoas referem ter fibromialgia, mas será mesmo? Você sabe realmente o que é fibromialgia?

    A fibromialgia é uma dor musculoesquelética crônica, generalizada, acompanhada por rigidez, parestesia (sintomas de formigamento), distúrbio do sono, fadiga, sintomas somáticos e alterações cognitivas. Apesar da ocorrência em vários locais do corpo, a fibromialgia não está associada a reação inflamatória tecidual e a característica principal é que a dor não pode ser explicada por uma doença reumatológica ou sistêmica. Portanto, existem diversos diagnósticos diferenciais como, por exemplo, artrite reumatoide, espondilite, lúpus, síndrome da fadiga crônica ou da dor miofascial, entre outras. E ainda para complicar mais as coisas, a fibromialgia pode coexistir com estas patologias.

    Ocorre predominantemente no sexo feminino e com maior prevalência entre os 30 a 50 anos de idade. A sua causa ainda é bastante controversa, mas já se sabe que a privação do sono, baixos níveis de serotonina, redução dos níveis de GH, auxiliam na sensibilização central, sendo considerada uma desordem na regulação da dor, que permite uma amplificação do sinal neural resultando em uma hipersensibilidade à dor. Além disso, cerca de 30% dos pacientes têm diagnóstico psiquiátrico associado, como depressão, ansiedade, somatização, hipocondria, e questiona-se se isso seria uma causa ou consequência. Existem vários fatores desencadeantes como o estresse emocional, infecções, cirurgias, hipotireoidismo, traumatismos, mas algumas vezes não há fator identificável. Portanto, outras causas de dores devem ser excluídas para fazer o diagnóstico de fibromialgia.

    O tratamento inicial deve ser feito com medidas não-farmacológicas como educação do paciente sobre a doença, higiene do sono, programa de exercícios com alongamento, atividade aeróbica, reforço muscular e necessidade de acompanhamento multidisciplinar, como psicoterapia como a terapia cognitivo comportamental. A fibromialgia é uma doença real e causa dor difusa, não é “uma imaginação da sua cabeça”. É necessária uma mudança progressiva para adquirir melhor qualidade de vida.

    Os exercícios físicos são fundamentais e deve-se evitar ao máximo o sedentarismo. Na maioria das vezes, o início das atividades físicas pode até mesmo piorar a dor e o cansaço, mas o paciente deve persistir, pois o benefício funcional é importante. O mais recomendado é a atividade cardiovascular de baixo impacto com aumento gradual da carga, respeitando a preferência individual. Nadar, caminhar (não passear olhando vitrines!), andar de bicicleta e hidroginástica são boas opções. Estas devem ser realizadas no mínimo 30 minutos por dia e três vezes por semana. De preferência sempre orientadas por profissional habilitado. A prática de yoga e tai chi também auxiliam.

    Outra opção de tratamento é a realização da neuromodulação. Esta pode ser realizada com a estimulação magnética transcraniana (TMS) ou estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS), além da aplicação de estimulação elétrica transcutânea. A neuromodulação do nervo occipital também se mostrou efetiva no controle da dor.

    Também são realizados bloqueios nervosos dependendo do local e da severidade da dor. Uma modalidade é o chamado bloqueio simpático venoso que tende a atenuar as dores de uma forma geral. Podemos utilizar também a proloterapia, mesoterapia e uso de biológicos de acordo com a disfunção encontrada nos exames.

    Como se percebe o tratamento da fibromialgia é complexo e de longo prazo. Portanto, a paciência e a persistência devem ser estimuladas diariamente para se atingir um bom resultado. Seja forte!

    Locais de atendimento:
    Passo Fundo – Rua Teixeira Soares 1117, sala 501, tel (54) 3622-2989/3622-2990
    Palmeira das Missões – Rua Rio Branco, 989, Sala 301, Edifício Athenas, Centro – Tel (55) 3742-4909
    Frederico Westphalen – Clínica Raimed, Rua Tenente Portela 435, tel (55) 3744-3100

  • Gerson Luís Batistella: Ciclos se iniciam, ciclos se fecham!

    Gerson Luís Batistella: Ciclos se iniciam, ciclos se fecham!

    Todo o início de um novo ciclo, na vida das pessoas, é marcado por sonhos e desejos que remetem a um estado de euforia, de felicidade, de certeza de ter acertado na escolha, na elaboração de planos mentais que levarão a realizações, sejam materiais, emocionais ou sociais.

    Assim é quando iniciamos um curso de formação educacional, uma empresa, um novo emprego, um novo cargo profissional, um cargo político, uma nova amizade ou um novo amor. No início de um novo ciclo somos tomados pela motivação, pelo sorriso nos olhos, nos lábios, no coração, ficamos ansiosos querendo que dê muito certo, que dure para sempre, que seremos aceitos sempre, que seremos muito felizes!

    O tempo passa, você aprende, comemora e se frustra muitas vezes, colhe tantos sentimentos bons, conquistas, perde pessoas, oportunidades e bens, também recebe ingratidões, incompreensões. A vida é assim, não existe um roteiro perfeito, em que delineamos caminhos retilíneos, onde o improvável ou o indesejável não se fará presente. Gosto muito de uma frase: Colhemos na exata medida da qualidade da semente que plantamos! Ao longo da nossa vida, nesse plano, plantamos tantas sementes, algumas com tanto cuidado e esmero, outras, motivados pela pressa, pela ansiedade ou pela falta de empatia, as semeamos de qualquer forma.

    Há uma outra frase muito emblemática e que nos remete a grandes reflexões: Há um tempo para plantar, um tempo para regar, um tempo para colher e um tempo para deixar!

    Assim, como no início de um novo ciclo, plantamos, regamos e colhemos, também chega o ciclo que deve se fechar, às vezes de maneira rápida, outras mais lentamente. Aplicam-se a empregos, empresas, amizades e amores. Nesses momentos precisamos olhar para trás, para o caminho trilhado, pelas colheitas que fizemos, o bem e o amor que espalhamos, o que aprendemos com os erros, incompreensões e ingratidões! Nessa fase, estamos mais sábios, maduros, às vezes arrependidos, outras mais convictos das escolhas e decisões tomadas e a partir daí, olhar para a frente, para o novo ciclo que se apresenta e que nos espera!

    Estamos continuamente iniciando e fechando ciclos em nossa vida, em todas as áreas e isso, pode soar estranho, faz um grande bem. Alguns se referem ao fechamento de ciclos como frutos da desmotivação, do cansaço, pela decepção com outras pessoas, talvez da idade não mais tão jovem e sonhadora, outros justificam pelo jeito da pessoa, por sua teimosia, ou por ser avesso a mudanças, enfim, tem tantos porquês que levam a um fechamento de ciclo, e isso varia de pessoa para pessoa.

    Não podemos temer nem um novo ciclo que se vislumbra e nem aquele ciclo que deve ser fechado, seja para gerar oportunidades a outros, seja para te deixar melhor física ou mentalmente, seja para passar mensagens, mas devemos iniciar ou fechar ciclos pela nossa decisão, por se colocar acima e à frente daquela situação que não mais te agrega, te realiza, te deixa feliz ou que não contribui para que sejamos melhores.

    Na música do grande Gonzaguinha há trechos instigadores: “E a vida, e a vida o que é? diga lá meu irmão, ela é a batida de um coração, é uma doce ilusão…é maravilha ou sofrimento? É alegria ou lamento? Que a vida da gente é uma nada, é uma gota, é um tempo… somos nós que fazemos a vida, como der, ou puder ou se quiser..”

     A vida é um grande livro vazio que precisa ser escrito por cada um, tem um capítulo inicial, que é o nascimento, e o último capítulo que é a morte, os dois chegam para todos, o que está entre eles depende de como nós queremos escrever, como der, ou puder ou se quiser! Que teu ciclo que se inicia seja promissor e aquele ciclo que se fecha porque é chegada a hora!

    Gerson Luís Batistella. Administrador CRA/RS. Professor da URI – Frederico Westphalen. Auditor de Controle Externo e Coordenador Regional do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – TCE/RS. Pós-Graduado em Gestão de Pessoas.

  • Neurologista Dr. Diego Dozza: Cirurgia para Doença de Parkinson

    Neurologista Dr. Diego Dozza: Cirurgia para Doença de Parkinson

    Mais uma vez volto a falar sobre a Doença de Parkinson e seu tratamento cirúrgico para relembrar alguns aspectos da doença e possibilidades terapêuticas.

    A Doença de Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo progressivo que afeta o sistema nervoso central que é caracterizada pela degeneração dos neurônios dopaminérgicos, causando tremores, rigidez muscular, bradicinesia (movimentos lentos), instabilidade postural e outros sintomas motores. Embora não haja cura para o Parkinson, existem diversas opções de tratamento disponíveis, incluindo medicamentos, terapias e, em casos selecionados, a cirurgia conhecida como Estimulação Cerebral Profunda (DBS, na sigla em inglês).

    A Estimulação Cerebral Profunda (DBS) é um procedimento cirúrgico que envolve a implantação de eletrodos em áreas específicas do cérebro afetadas pela doença de Parkinson. Esses eletrodos são conectados a um dispositivo semelhante a um marca-passo chamado gerador de impulsos, que é implantado sob a pele, geralmente no tórax. O gerador de impulsos emite pulsos elétricos de baixa intensidade que ajudam a modular a atividade neural disfuncional, aliviando os sintomas motores.

    A cirurgia de DBS é considerada uma opção de tratamento eficaz para pacientes com doença de Parkinson que não respondem adequadamente aos medicamentos ou que apresentam efeitos colaterais significativos. Geralmente é indicada quando a pessoa já possui 4 anos de sintomas. Ela pode melhorar os sintomas motores, reduzir a rigidez e os tremores, aumentar a mobilidade e a qualidade de vida.

    Antes de realizar a cirurgia, os pacientes passam por uma avaliação completa, incluindo testes neurológicos, exames de imagem cerebral e avaliação neuropsicológica. O processo cirúrgico em si envolve a fixação dos eletrodos em áreas específicas do cérebro, geralmente os núcleos subtalâmicos ou o globo pálido. A colocação precisa dos eletrodos é fundamental para obter resultados terapêuticos adequados e minimizar os riscos. O objetivo primário do DBS é reequilibrar o circuito cerebral através de uma estimulação elétrica seletiva e reversível do núcleo selecionado, melhorando o déficit neurológico e, também comportamental.

    Após a cirurgia, os pacientes passam por um período de ajuste dos parâmetros do dispositivo, que são personalizados para cada indivíduo. Os médicos realizam uma série de ajustes para otimizar a estimulação cerebral e obter os melhores resultados em termos de controle dos sintomas e redução dos efeitos colaterais. O acompanhamento deve seguir de perto após a cirurgia para monitorar a eficácia do tratamento e fazer quaisquer ajustes necessários.

    Embora a Estimulação Cerebral Profunda seja considerada uma opção segura e eficaz, existem riscos associados à cirurgia, como infecção, sangramento, lesão cerebral e reações adversas à anestesia. No entanto, com a seleção adequada dos pacientes e a experiência de equipes médicas especializadas, os benefícios geralmente superam os riscos.

    A cirurgia de DBS não é apropriada para todos os pacientes com doença de Parkinson, e a decisão de submeter-se ao procedimento deve ser baseada em uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios individuais. Além disso, é importante ressaltar que a cirurgia não cura a doença de Parkinson, mas pode ajudar a controlar os sintomas motores e melhorar a qualidade de vida. A pessoa acometida ainda precisa tomar medicação e manter o acompanhamento multidisciplinar com fisioterapia, fonoterapia. As medicações são reduzidas gradualmente ao longo de vários meses enquanto se regula o aparelho até que se atinja a melhor resposta. O gerador é ligado geralmente entre 20 e 30 dias após a cirurgia (há algumas equipes que fazem isto no pós-operatório imediato).

    Mas infelizmente a realidade em que vivemos é mais complexa e o paciente acaba sendo referido para o especialista quando a doença está muito avançada. Assim, sempre que possível o especialista deve ser consultado para orientar melhor cada paciente e auxiliar na melhora funcional. Ainda ocorre falta de conhecimento sobre o assunto por parte da população geral e mesmo entre os médicos, assim, existe uma parcela enorme de pacientes que poderiam se beneficiar deste tratamento, mas acabam não tendo a oportunidade de realizá-lo.

    Locais de atendimento:
    Passo Fundo – Rua Teixeira Soares 1117, sala 501, tel (54) 3622-2989/3622-2990
    Palmeira das Missões – Rua Rio Branco, 989, Sala 301, Edifício Athenas, Centro – Tel (55) 3742-4909
    Frederico Westphalen – Clínica Raimed, Rua Tenente Portela 435, tel (55) 3744-3100

  • Gerson Luís Batistella: O conhecimento transforma realidades!

    Gerson Luís Batistella: O conhecimento transforma realidades!

    A coluna que escrevo rende uma homenagem ao conhecimento que transforma realidades e ocorre em decorrência de um grande evento de qualificação que foi organizado e realizado pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul destinado a Vereadores e Servidores de Legislativos Municipais.

    Mas o intuito não é escrever sobre o evento em si mas refletir sobre como o conhecimento adquirido e transmitido possui uma condição essencial de transformar realidades. Num auditório da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI, campus de Frederico Westphalen/RS, lotado por 200 pessoas num dia chuvoso e frio, após um dia de muita destruição e tristeza causada por um ciclone extratropical que assolou diversas regiões do Rio Grande do Sul; muitas pessoas saíram de suas residências e locais de trabalho, em mais de 55 municípios do Estado, para participar de um dia de aprendizado, conhecimento, troca de experiências. Isso é fantástico!

    Em tempos de acesso à informação instantânea, mediante inúmeros meios de comunicação, redes sociais e outros, busca-se o conhecimento muitas vezes longe de casa. O que está por trás disso?

    Precisamos refletir sobre a qualidade da informação e do “conhecimento” que buscamos e “pescamos” nas redes sociais e outros meios de acesso à informação.

    Podemos afirmar, com tranquilidade, que o excesso de informação à disposição não representa, necessariamente, qualidade de informação e, principalmente, não significa aquisição de conhecimento. Precisamos nos permitir a acessar conteúdos de qualidade, a buscar conhecimento em fontes fidedignas e que gerem a confiança e a respeitabilidade necessária e que as pessoas saibam, com tranquilidade, aprender o correto onde o conhecimento é transmitido de forma correta.

    O processo de aprendizagem é longo, contínuo, interminável, essa é uma grande verdade! O profissional não se transforma em excelência apenas com a bagagem teórica adquirida em bancos escolares, universitários ou no sistema de ensino a distância. É preciso mais, é buscar a experiência, o “case”,  o “insight” de algo a inovar e a propor.

    Muitas vezes as pessoas optam por caminhos alternativos na construção do seu processo de conhecimento, preferem os atalhos que se submeter a longos períodos e processos de construção do seu saber, lá na frente, a realidade se apresenta na exata medida do esforço realizado! Não há solução mágica para o acúmulo do conhecimento, há esforço, dedicação, escolhas, abdicação, isso te ajuda a evoluir, como profissional, como pessoa, com um ser humano na concepção da palavra!

    Mas buscar e acumular conhecimento, por si só, nada representa. É preciso compartilhar o conhecimento adquirido e acumulado com outras pessoas para que isso se transforme na mudança efetiva de realidades, seja de municípios, de Estados, de um País ou da própria pessoa, fundamentalmente! Já dizia, sabiamente, Juliano Kimura: “Transmitir conhecimento não é apenas falar, mas inspirar novas atitudes!” Ou seja, o que transmites, precisa ser efetivo e se transformar em algo diferente do que se fazia.

    Assim, quando você busca um curso, um evento, uma graduação, especialização ou algo similar tenha sempre em mente o que pretenderá fazer com o conhecimento que está buscando. Buscar conhecimento apenas “pelo buscar” te deixará exatamente na mesma situação, apenas terás mais um certificado ou mais alguns títulos. Não desistamos de aprender continuamente, mas vamos utilizar isso para sermos e fazermos diferente, em especial, para mudarmos a nossa realidade e a das pessoas!

    Gerson Luís Batistella. Administrador, professor da disciplina de Gestão Pública da URI – Frederico Westphalen, Professor Instrutor da Escola Superior de Gestão e Controle do Tribunal de Contas do Estado RS (TCE-RS), Auditor e Coordenador Regional do TCE/RS em Frederico Westphalen.