Categoria: Destaque

  • Fort Atacadista inaugura loja em Canoas

    Fort Atacadista inaugura loja em Canoas

    Na manhã desta quarta-feira (03), foi inaugurado, em Canoas, o primeiro mercado do segmento atacarejo do Grupo Pereira, no Rio Grande do Sul. A loja Fort Atacadista já está disponível aos canoenses e conta com uma área de venda de 5,3 mil metros quadrados.

    O investimento na unidade de Canoas foi de R$ 100 milhões, com a criação de 340 empregos diretos e 440 indiretos. Na abertura, o prefeito Jairo Jorge destacou a satisfação de Canoas receber o primeiro investimento de operação do Grupo Pereira no Estado. “Sejam bem-vindos a Canoas, hoje é um dia especial para todos nós. Também quero lembrar que o Banco de Oportunidades da Prefeitura foi parceiro na seleção dos trabalhadores”, afirmou.

    O dia foi de colocar em prática o treinamento que a operadora de caixa Vanessa Vieira recebeu durante o último mês. A moradora do bairro Olaria foi uma das 360 pessoas contratadas pelo empreendimento. “Chega a dar um frio na barriga, ver tanta gente e saber que eu consegui um emprego de carteira assinada. Fazia muito tempo que eu só fazia serviços temporários e sem vínculos. Agora é recomeçar”, revelou.

    A loja

    O primeiro Fort Atacadista fica na avenida Farroupilha, 4803, ao lado ParkShopping Canoas. O horário de funcionamento da loja será de segunda a sábado, das 7h às 22h, e domingos e feriados, das 7h às 21h. Os interessados em se candidatar a uma vaga de emprego devem fazer o cadastro na sede da própria loja ou se inscrever no link https://grupopereira.pandape.infojobs.com.br.

  • Governo Leite agora passa chapéu e requisita R$ 600 milhões da ALRS, TJ e MP

    Governo Leite agora passa chapéu e requisita R$ 600 milhões da ALRS, TJ e MP

    Foi à votação na Assembleia Legislativa do RS, nesta terça-feira(02), o Projeto de Resolução nº 4/2023, da Mesa Diretora, que autoriza a transferência R$ 247 milhões do Fundo de Reaparelhamento da Assembleia Legislativa para o Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul. 

    Já no espaço da liderança, o deputado Rodrigo Lorenzoni foi à tribuna para falar sobre essa transferência de recursos, que é mais uma manobra do governo Eduardo Leite, que dizia ter saneado as finanças do Rio Grande do Sul, apresentou contas superavitárias e alardeava que o Estado tinha virado a página de uma situação difícil para uma nova e promissora realidade. 

    Também antes da votação, o deputado Rodrigo, que é líder da bancada do PL, reiterou que o partido votaria favoravelmente ao PR “porque precisamos enfrentar as dificuldades do Estado e defender os interesses dos gaúchos e do RS”. Mas que o fato do governador esconder a real situação financeira do Estado não tem justificativa e é a mesma coisa que governos anteriores fizeram ao sacar os depósitos judiciais. “Essa Casa precisa se questionar: nós aprovamos no final do ano passado, projeto de reestruturação das carreiras e dos cargos de chefia, que aumentou consideravelmente os salários das chefias. O aumento era justo e correto, mas fomos induzidos ao erro de forma desleal, porque o governo garantiu que as contas estavam em dia. Temos um problema sério de gestão no RS, que está comprometendo as finanças. O governo teve que passar o chapéu para esconder sua incompetência”, denunciou Rodrigo. 

    O projeto de Resolução foi aprovado por unanimidade. Com os fundos da ALRS, Tribunal de Justiça e Ministério Público, entrarão nos cofres do governo mais de R$ 600 milhões.

  • Posse no Incra/RS aponta para retomada de ações da autarquia

    Posse no Incra/RS aponta para retomada de ações da autarquia

    A necessidade de reconstrução das políticas públicas conduzidas pelo Incra marcou os discursos durante a cerimônia de posse do superintendente regional do Incra/RS, Nelson José Grasselli. O evento aconteceu hoje (02/05) pela manhã no auditório da autarquia em Porto Alegre, e contou com a presença do presidente do Incra, César Aldrighi, além de várias autoridades federais, estaduais e municipais e de representantes de entidades e movimentos sociais. 

    “O desafio é bastante grande, mas se fosse pequeno ou fácil não seria para nós”, afirmou o novo superintendente. Grasselli é assentado titulado da reforma agrária e foi prefeito de Pontão por quatro vezes – sua nomeação foi publicada no Diário Oficial da União em 18 de abril. 

    A vivência da reforma agrária pelo novo dirigente foi valorizada pela representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST),  Salete Carollo. “Sabemos que a missão é difícil, mas para você, que já passou por ela, é meio caminho andado. Nós sabemos o que e como fazer, faltava quem”, afirmou. 

    Desafios – o presidente do Incra, César Aldrighi, falou sobre a retomada das ações do Instituto, em um contexto de dificuldades variadas. “Hoje, o orçamento do Incra é menos de 5% do que era em 2010. Isto não nos desanima” – afirmou. Citou como exemplo o esforço da autarquia para viabilizar uma liberação emergencial de crédito para assentamentos gaúchos em razão da estiagem. A medida foi anunciada no final de fevereiro, e a partir de amanhã, técnicos do Incra/RS estarão coletando assinaturas dos contratos com todos os beneficiários – cerca de 8 mil famílias devem ser atendidas. 

    O governo federal deve anunciar nos próximos dias um plano para recomeçar a reforma agrária neste ano. Também será iniciada a discussão sobre metas e recomposição orçamentária para o próximo Plano Plurianual (PPA), definindo de maneira participativa as prioridades para 2024/2027. 

    Aldrighi enfatizou que a autarquia igualmente está devendo ações para o público quilombola na regularização de seus territórios. “Muitos processos foram deixados de lado, mas temos uma equipe técnica comprometida, e temos portarias e decretos a serem publicados”, disse o presidente. Durante a cerimônia de posse, Clédis Souza, da Federação das Associações de Comunidades Quilombolas do RS (FACQ/RS) e Onir Araújo, da Frente Quilombola RS entregaram ao presidente e ao superintendente documento com reivindicações das comunidades. 

    “Nossa orientação é retomar o diálogo, organizar o Incra para que tenhamos reforma agrária, participação social e foco na produção de alimentos para a população brasileira” afirmou o presidente no encerramento da cerimônia que lotou o auditório do Incra/RS. 

  • Neurologista Dr. Diego Dozza: “Já ouviu falar em cefaleia tipo Cluster”?

    Neurologista Dr. Diego Dozza: “Já ouviu falar em cefaleia tipo Cluster”?

    A cefaleia (dor de cabeça) em salvas, ou também conhecida como cluster, é uma cefaleia estritamente unilateral associada a sintomas autonômicos cranianos ipsilaterais (do mesmo lado) e geralmente tem um padrão circadiano e circanual, isto é, possuem um padrão diário e anual. Esta é considerada uma das dores mais intensas que existem.

    A dor muitas vezes ocorre simultaneamente com sinais ipsilaterais de desregulação autonômica, podendo ocorrer olho lacrimejante, congestão nasal e/ou rinorréia (corrimento nasal) e até mesmo miose e/ou ptose (queda da pálpebra superior).

    Os ataques costumam ser de curta duração (15 minutos) ou às vezes de longa duração (3 horas) e, estranhamente, geralmente ocorrem à noite. Os ataques parecem estar associados a uma das fases do sono.

    As cefaleias em salvas episódicas ocorrem em períodos que duram de 7 dias a 1 ano e são separados por pelo menos 1 mês de intervalo sem dor. As crises na forma crônica ocorrem por mais de 1 ano sem períodos de remissão ou com períodos de remissão com duração inferior a 1 mês.

    Várias doenças, como carcinoma nasofaríngeo, meningioma esfenoidal, dissecção da artéria carótida, dissecção da artéria vertebral, adenoma hipofisário ou aneurisma, podem imitar esta dor de cabeça e precisam ser excluídos com exames adequados.

    O tratamento é dividido em  sintomático/abortivo e preventivo/profilático.

    No tratamento sintomático/abortivo se utiliza o oxigênio via máscara facial, sumatriptan subcutâneo e ergotamina sublingual. Este é realizado geralmente no hospital.

    Para o tratamento preventivo/profilático é utilizado o verapamil e algumas vezes o carbonato de lítio.

    Quando estes tratamentos não resultam em boa resposta, pode-se realizar o tratamento intervencionista com a radiofrequência do gânglio esfenopalatino ou a estimulação de nervo occipital.

    Geralmente se obtém uma boa resposta terapêutica com o tratamento e o paciente consegue ter uma boa qualidade de vida. Se você tem dúvidas, converse com seu médico a respeito.

    Locais de atendimento:
    Passo Fundo – Rua Teixeira Soares 1117, sala 501, tel (54) 3622-2989/3622-2990
    Palmeira das Missões – Rua Rio Branco, 989, Sala 301, Edifício Athenas, Centro – Tel (55) 3742-4909
    Frederico Westphalen – Clínica Raimed, Rua Tenente Portela 435, tel (55) 3744-3100

  • ENCOPAV Engenharia executará o asfaltamento da ERS 591 de Castelinho (FW) a Ametista do Sul

    ENCOPAV Engenharia executará o asfaltamento da ERS 591 de Castelinho (FW) a Ametista do Sul

    DIVULGAÇÃO ENCOPAV

    Nesta terça-feira, 2, o governador Eduardo Leite assina, em Porto Alegre, a Ordem de Serviço para início das obras de asfaltamento de 8,86 km da ERS 591, entre o distrito de Castelinho (FW) e a cidade de Ametista do Sul. Serão aplicados R$ 19,3 milhões pelo Governo do Estado e os trabalhos serão executados pela empresa ENCOPAV ENGENHERIA LTDA, com sede em São Leopoldo.

    Ocorreu uma mobilização de inúmeras lideranças de Frederico Westphalen e Ametista do Sul e, finalmente, a pavimentação vai acontecer. Não dá para deixar de registrar a importância dessa obra reivindicada há dezenas de anos. Destacamos a atuação da URI de FW e das Prefeituras de Ametista do Sul e de Frederico Westphalen. Entre os Prefeitos e lideranças presentes no ato de assinatura da Ordem de Início das obras na ERS 591 pelo Governador Eduardo Leite, esteve o presidente da Amzop, Evandro Massing. A Amzop teve e tem um papel político muito importante neste e outros pleitos regionais. A foto registra uma das obras da empresa.

    CONHEÇA A ENCOPAV ENGENHARIA

    “Ao executar pequenos serviços de calçamento e drenagem na região do Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul, deu-se início em 1994 a história da ENCOPAV Engenharia Ltda.Ampliando nosso escopo de trabalho conquistamos como clientes a CORSAN e também diversas prefeituras da região metropolitana de Porto Alegre e do Vale dos Sinos.A qualidade do serviço executado nos levou a ampliarmos nosso escopo, atingindo desde 2001 também obras de recuperação de ruas, rodovias, terraplenagem e pavimentação em geral.A partir dali, o crescimento sustentável da empresa trouxe o reconhecimento do mercado.A ENCOPAV Engenharia Ltda possui e opera usinas de asfalto e atua em todas as regiões do Rio Grande do Sul e algumas cidades do Mato Grosso do Sul. Nossa trajetória é longa e a percorremos com seriedade, sustentabilidade e austeridade, acreditando que passos largos não são nada se não forem firmes.

    Conheça nossos serviços

    No Rio Grande do Sul a ENCOPAV possui e opera usinas de asfalto localizadas nos municípios de São Leopoldo, Caxias do Sul e Capão do Leão, além de estar licenciada para uma quarta usina, em Santiago, a qual opera sob demanda.

  • Canoas sedia reunião do Comitê Intermunicipal de Fortalecimento da Rede de Políticas Públicas para Mulheres do RS

    Canoas sedia reunião do Comitê Intermunicipal de Fortalecimento da Rede de Políticas Públicas para Mulheres do RS

    Na tarde desta sexta-feira (28), Canoas sediou reunião do Comitê Intermunicipal de Fortalecimento da Rede de Políticas Públicas para Mulheres do Rio Grande do Sul, com a presença de 14 municípios. O encontro, que ocorreu no auditório do Canoasprev, debateu ações de enfrentamento à violência contra as mulheres.

    A apresentação da criação da Frente Parlamentar de Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres e relatos do 1º Fórum Nacional de Organismos de Políticas para as Mulheres estiveram na pauta da reunião. Conforme a coordenadora das Mulheres de Canoas, Vani Piovesan, esses encontros são essenciais para traçar ações conjuntas entre as cidades. “A cada reunião, conseguimos alinhar ainda mais as redes de enfrentamento, para que juntas possamos auxiliar cada vez mais mulheres que precisam de apoio e que sofrem com a violência”, destacou.

    PMC

  • Kaká D’Ávila propõe a criação de frentes de trabalho para minimizar o desemprego no RS

    Kaká D’Ávila propõe a criação de frentes de trabalho para minimizar o desemprego no RS

    Recentemente, o deputado estadual Kaká D’Ávila (PSDB) protocolou, na Assembleia Legislativa, projeto de lei que atende as necessidades dos municípios e da grande quantidade de pessoas desempregadas no Rio Grande do Sul. A proposta de Kaká visa instituir uma política pública a partir da união de esforços entre o governo do Estado e as prefeituras. O parlamentar quer criar o programa “RS Renda Extra”, iniciativa que pretende gerar frentes de trabalho temporário para serviços urbanos, com recursos já oriundos no orçamento público, para atender famílias de baixa renda e pessoas em situação de desemprego.

    Pela proposição, o Estado tomará a iniciativa na busca para firmar parcerias com as prefeituras, que se encarregaram de publicar editais por meio das secretarias responsáveis pelos serviços urbanos. O trabalhador em atividade nessas frentes receberá uma diária por seis horas no valor de R$ 200,00 e uma cesta básica mensal pela prestação de serviços ao município. As jornadas de trabalho serão desenvolvidas por rodízio a fim de contemplar o maior número de pessoas, ou seja, não necessariamente o trabalhador irá desenvolver as atividades todos os dias.

    Para Kaká, o desemprego, agravado no período de pandemia, está exigindo ações mais efetivas por parte do poder público para minimizar o drama social estabelecido. “Projetos como esses podem ajudar a reverter ou minimizar essa situação, resgatando a dignidade de pessoas que perderam seus empregos e tiveram aumentadas as dificuldades em suas famílias”, defendeu. A proposta está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia.

  • Carreiras policiais do Rio Grande do Sul atraem profissionais de outros estados

    Carreiras policiais do Rio Grande do Sul atraem profissionais de outros estados

    PIRATINI

    Os novos delegados e policiais militares do Rio Grande do Sul são originários de diversas regiões do Brasil. Dos cerca de 700 profissionais que ingressaram, nesta semana, nas forças de segurança do Estado, quase 200 vieram de outros lugares do país. São pernambucanos, brasilienses, paulistas, mineiros e goianos, por exemplo, que foram aprovados em concursos e chegam para somar esforços e agregar conhecimento à segurança pública, evidenciando que as carreiras públicas gaúchas estão cada vez mais atrativas.

    Na Polícia Civil e na Brigada Militar, cinco turmas se formaram na quarta (19/4) e quinta-feira (20/4). Entre os 26 novos delegados, 12 são oriundos de outras unidades da federação, o que corresponde a quase metade (46,2%) do grupo. Entre os brigadianos, dos 675 concludentes, 177 são de fora, o que representa mais de um quarto (26,2%).

    A leva mais recente de delegados conta com representantes de Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. São 20 homens e seis mulheres entre 28 e 45 anos de idade. Esses profissionais assumirão postos de comando em delegacias de polícia, executando tarefas como a condução de inquéritos policiais.

    Na cerimônia de formatura deles, na quarta-feira (19/4), a diretora-geral da Academia de Polícia Civil do Rio Grande do Sul (Acadepol), delegada Elisângela Melo Riguelin, destacou a competência e experiência dos novos servidores. “Metade da turma é oriunda de outros estados da federação, todos com pelo menos três anos de experiência jurídica ou policial. A maioria já é experimentada na área da segurança pública, em outras carreiras ou forças policiais do país. Esta é uma turma muito unida e preparada”, afirmou.

    Na Brigada Militar, houve quatro formaturas na quinta-feira (20/4), nos municípios de Montenegro, Osório, Porto Alegre e Santa Maria. Dos 675 militares que concluíram a formação, 587 são homens e 88, mulheres provenientes de 23 estados e do Distrito Federal. As unidades com mais representantes são Distrito Federal (21), Santa Catarina (19), Bahia (16), Pernambuco (14), Rio de Janeiro (12) e Ceará (12).

    Estado receptivo e acolhedor

    Diversos fatores motivaram esses profissionais a deixarem seus estados para iniciar uma nova trajetória no Rio Grande do Sul. Dentre as principais motivações apontadas, estão as excelentes remunerações oferecidas, o desenvolvimento e a qualidade de vida do Estado e a estrutura, solidez e respeitabilidade das polícias gaúchas.

    “O Rio Grande do Sul tem uma remuneração atrativa em comparação com outros lugares do Brasil e é um Estado onde o IDH [Índice de Desenvolvimento Humano]também é alto e a qualidade de vida tende a ser muito boa. Além disso, a Polícia Civil gaúcha é uma instituição reconhecida pela estrutura e pela força que tem no cenário nacional”, disse o recém-formado delegado Pedro Trajano, natural de Pernambuco, onde já foi policial civil, além de policial penal e diretor de uma penitenciária de segurança máxima na Paraíba.

    O sergipano Ericson Mota atuou por sete anos como agente de Polícia Civil em Sergipe, mas agora deixará a função para assumir o cargo de delegado no Rio Grande do Sul. “Foram vários os fatores que me motivaram a vir para cá. Eu prestei concursos para delegado de polícia em vários estados, inclusive mais próximos de Sergipe, mas o Rio Grande do Sul sempre me chamou atenção. Estamos chegando aqui para somar e para atuar em defesa da sociedade gaúcha”, afirmou.

    As novas autoridades policiais foram unânimes em destacar a receptividade do povo gaúcho. “A gente ouve muitas vezes histórias de que o pessoal do Rio Grande do Sul é mais fechado, mas eu tive uma surpresa muito boa com o povo gaúcho, que foi muito hospitaleiro. Fui muito abraçado aqui, muito bem recebido e bem tratado”, ressaltou Mota.

    Também nordestino, Ewerton de Melo deixou o Piauí, onde era policial civil, para exercer o cargo recém-assumido. “Espero desempenhar da melhor forma possível e com afinco, garra e disposição aquilo que fui preparado para fazer e o que venho sonhando há anos. Quero contribuir com a sociedade gaúcha, na área da persecução penal, e desempenhar da melhor forma possível a função de delegado de polícia”, disse.

    Natural de Salvador, na Bahia, o soldado João Ledo conta por que veio para o extremo sul do país. “Cheguei aqui em julho do ano passado. A influência familiar me fez vir. Meu pai foi militar, sempre estudei em escola militar e surgiu essa oportunidade no Rio Grande do Sul que eu abracei. Já fiz grandes amigos aqui, irmãos que quero levar para a vida toda. Quero me sentir cada vez mais em casa nesse Estado”, projetou.

    A soldado Laryssa Vieira veio do Distrito Federal para integrar a polícia militar gaúcha. “Eu já tinha o desejo de ingressar na carreira policial, e a Brigada Militar abriu as portas para eu conseguir concretizar esse objetivo. Tive uma recepção muito calorosa, ao contrário do que falam dos gaúchos. Espero exercer a minha profissão com muita honra, servindo com muito amor à farda e ao Estado do Rio Grande do Sul, que me acolheu com tanto carinho”, destacou.

  • Maconha que seria entregue em Chapecó é apreendida no Oeste de SC

    Maconha que seria entregue em Chapecó é apreendida no Oeste de SC

    Uma carga de maconha que seria entregue em Chapecó, Oeste de Santa Catarina, foi apreendida pela Polícia Militar em São Lourenço do Oeste. O fato aconteceu por volta de 01h10 desta quinta-feira (20). 

    A droga estava em um veículo VW Parati, conduzido por um jovem de 21 anos, durante vistoria foram encontrados 36 tabletes de maconha, totalizando 23,980Kg. 

    O condutor informou que a droga era oriunda de Cascavel e tinha como destino a cidade de Chapecó.

    Rafael Antonio/PMSC

  • Curso de plantas medicinais ajuda na renda e é alternativa para profissionais da saúde

    Curso de plantas medicinais ajuda na renda e é alternativa para profissionais da saúde

    O uso correto de plantas medicinais e condimentares foi tema de curso que aconteceu na segunda (17) e terça-feira (18), no Centro de Capacitação e Produção em Economia Solidária (Ccpes). Sob a coordenação da instrutora Simone Elenice Castelan, as aulas tiveram conteúdos teóricos e práticos, abordando a identificação e conservação das plantas, formas corretas de cultivo, medicina alternativa e traços culturais.

    “Como medir a dose de chás para ter efeito: por folhas ou por dose de água diluída?”. A pergunta da professora Simone gerou debate entre as dez alunas do curso. Ela explicou que tradicionalmente as pessoas usam folhas frescas para as infusões, mas que nem sempre obtêm os efeitos desejados. “O correto é secar as folhas, cascas e frutos antes de usá-los. O princípio ativo das plantas melhora quando seco. Após a secagem, deve-se triturar as partes para, posteriormente, fazer os chás com medidas mais precisas, como peso em gramas ou com colheres”, explicou.

    Para o secretário interino da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação (Smdeti), Daurinei Atl, o curso aproxima gerações e conhecimentos que formam parte das tradições de Canoas. “O Ccpes tem esse viés de aproximar a comunidade em temas que estão presentes no dia a dia. O uso correto de plantas ajuda na medicina alternativa e pode ajudar no complemento de renda e, principalmente, na saúde da comunidade”. 

    O uso de plantas medicinais tem, entre as várias propriedades, de ser calmante. Para a psicoterapeuta Rejane Santana Erig, do bairro Nossa Senhora das Graças, o curso foi de grande valia para obter mais conhecimentos e poder aplicá-los em seus pacientes. “Atendo muitas crianças com autismo e suas mães. O conhecimento que obtive aqui eu posso compartilhar com as mães para poder dar uma alternativa que acalme os pequenos”, comentou.

    Sobre o CCPES

    O Centro de Capacitação e Produção em Economia Solidária (CCPES), localizado na Av. Rio Grande do Sul, 3462, Bairro Mathias Velho, foi criado em maio de 2012, por meio de uma parceria realizada entre a Prefeitura de Canoas, Fundação La Salle e o Fórum Canoense de Economia Solidária. O objetivo do espaço é contribuir para a capacitação e o desenvolvimento profissional da população canoense, estimular a criação de novas empresas solidárias e qualificar empreendimentos existentes no município.