Autor: Canoas Mais

  • PRF prende traficante com 200 quilos de maconha e recupera veículo roubado

    PRF prende traficante com 200 quilos de maconha e recupera veículo roubado

    Na manhã desta terça-feira (11), a Polícia Rodoviária Federal prendeu um homem que transportava maconha em um veículo roubado na BR 386. A ação ocorreu em Frederico Westphalen.

    Os policiais realizavam ação de enfrentamento à criminalidade na rodovia quando abordaram o motorista de um Gol. Ao vistoriar dentro do veículo foram encontrados vários tabletes de maconha no banco traseiro e no porta-malas, totalizando 201 quilos de maconha, que poderiam render mais de 430 mil reais ao crime organizado.

    Em procedimento de identificação veicular, a equipe PRF constatou que o veículo estava com as placas clonadas, e que o original, emplacado em Sapucaia do Sul, havia sido roubado no mesmo município no final de 2022.

    O homem de 34 anos, residente em Novo Hamburgo, informou que o veículo com a droga seriam entregues em Novo Hamburgo. Em consulta aos sistemas, verificou-se que ele não tinha passagens pela polícia.

    Ele foi preso em flagrante por tráfico de drogas e por receptação, sendo encaminhado para a policia judiciária.

  • Operação Escola Segura: Justiça pede exclusão de 270 contas do Twitter

    Operação Escola Segura: Justiça pede exclusão de 270 contas do Twitter

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) solicitou a exclusão de 270 contas do Twitter que veiculavam hashtags relacionadas a ataques contra escolas de todo o país. A informação foi divulgada neste domingo (9) pela pasta. Hashtags são palavras-chave ou termos associados a uma informação ou discussão que se deseja indexar de forma explícita em aplicativos, como Twitter e Facebook, antecedidos pelo símbolo cerquilha (#).

    Segundo informou o ministério, por meio de sua assessoria de imprensa, tanto conteúdos como autores estão sob investigação. Foram cumpridos também mandados de busca, resultando na apreensão de sete armas. Um suspeito foi preso. Foi solicitada ainda que a plataforma Tik Tok retire do ar duas contas que estavam transmitindo conteúdo que incitava medo nas famílias. O trabalho foi realizado pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

  • Assembleia aprova reajuste para o magistério que assegura o piso nacional para toda a categoria

    Assembleia aprova reajuste para o magistério que assegura o piso nacional para toda a categoria

    Goulart/Ascom Casa Civil

    Em votação em plenário que se encerrou no início da noite desta terça-feira (4/4), a Assembleia aprovou o Projeto de Lei (PL) 139/2023, encaminhado pelo Executivo para reajustar em 9,4595% o salário do magistério estadual. Com esse percentual, fica garantido o pagamento do piso mínimo nacional de R$ 4.420,55 determinado pelo Ministério da Educação para 2023.

    O salário de entrada para professores com licenciatura plena (nível A3) passa a ser R$ 4.641,47, faixa pela qual ingressam no magistério a maioria dos profissionais, inclusive os de contrato temporário. A proposta foi aprovada por unanimidade (52 votos). Os novos valores serão retroativos a 1° de janeiro. O pagamento em folha dependerá da data de sanção da lei. Se ocorrer até 15 de abril, deverá entrar na folha mensal deste mês.

    “O governo está aberto ao diálogo, porém, neste momento, não há margem para qualquer índice além do proposto, porque estaríamos infringindo a Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos.

    Bancadas chegaram a apresentar propostas de emendas, mas a aprovação de requerimento de preferência fez o projeto do Executivo ser apreciado inicialmente, sendo aprovado.

    A portaria ministerial não detalha o percentual de reajuste, somente informa o valor abaixo do qual não pode ser remunerada a categoria. Como em 2022 o Estado pagava acima do piso nacional, o índice de 9,45% faz com que seja cumprida a lei do governo federal. Os 14,95% citados por deputados durante a apreciação do projeto será o reajuste adotado por quem pagava exatamente o mínimo nacional em 2022 (R$ 3.845,63) – o que não era o caso do Rio Grande do Sul (R$ 4.038,54). 

    O índice aprovado incidirá com paridade sobre todos os níveis de carreira dos professores ativos e inativos e pensionistas com direito à paridade, resultando em um impacto financeiro estimado de R$ 488 milhões ao ano para o Estado.

    A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece limites para o comprometimento de despesas de pessoal em relação à Receita Corrente Líquida (RCL). O Relatório de Gestão Fiscal (RGF) publicado no Diário Oficial do Estado de 30 de janeiro de 2023, referente ao terceiro quadrimestre de 2022, apontou que as despesas com pessoal do Poder Executivo atingiram 47,88% da RCL, ultrapassando o limite prudencial (46,55% da RCL).

    Desta forma, o Poder Executivo, enquanto perdurar isso, está sujeito às vedações previstas no art. 22 da LRF, entre as quais a concessão de vantagens e reajustes. Dentro das restrições impostas pela LRF, o reajuste proposto pelo Executivo ao magistério foi o maior possível.

    O projeto que reajusta o piso do magistério, encaminhado em regime de urgência em 1° de março, cumpriu os 30 dias de tramitação e passou a trancar a pauta de votações. Antes disso, houve reunião com o Cpers, entidade que reúne a categoria do magistério, e apresentação da proposta para deputados da base e independentes.

  • Leite recebe Aeromot para tratar da implantação de fábrica de aviões em Guaíba

    Leite recebe Aeromot para tratar da implantação de fábrica de aviões em Guaíba

    O governador Eduardo Leite recebeu, nesta segunda-feira (3/4), no Palácio Piratini, representantes da Aeromot, empresa de tecnologia aeronáutica. Essa foi a primeira reunião realizada entre a atual gestão e a empresa. O grupo atualizou o governador sobre o andamento do projeto de implantação de uma fábrica de aeronaves no município de Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre. 

    Em junho de 2022, o governo do Estado assinou um protocolo de intenções com a empresa, a fim de viabilizar a instalação do centro de montagem de aviões. A unidade industrial está orçada em R$ 300 milhões e deve gerar aproximadamente 1,3 mil empregos, sendo 500 empregos diretos e 800 indiretos. O Estado também cedeu uma área de 250 hectares, em Guaíba, para a execução do projeto. 

    “Este é um projeto estratégico para o Estado. As reuniões anteriores foram conduzidas pelo governador Ranolfo. Então, eu fiz questão de convidar a Aeromot para me inteirar de todos os detalhes”, disse o governador. “Estamos à disposição. Queremos garantir que tudo saia perfeitamente. A empresa pode contar com o nosso apoio.” 

    Conforme o presidente da Aeromot, Guilherme Cunha, as obras devem começar no início de 2024, e a primeira aeronave deve ficar pronta no fim do mesmo ano. “Esta unidade irá tornar o Rio Grande do Sul referência no Brasil, gerando emprego, renda e desenvolvimento para o Estado e para Guaíba”, ressaltou.  

    Os executivos também apresentaram ao governador o projeto de construção de um complexo de tecnologia e pesquisa e entregaram a Leite um protótipo em miniatura da aeronave que deve ser produzida em Guaíba. 

    A Aeromot (Aeronaves e Motores S/A) é a responsável exclusiva, no Brasil, pela distribuição e pelo centro de serviços autorizados da Diamond Aircraft, que fabrica diversos tipos de aeronaves. Hoje, a Diamond possui sede na Áustria e instalações no Canadá e na China. 

    Também participaram da reunião os secretários da Casa Civil, Artur Lemos, de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, de Inovação, Ciência e Tecnologia, Simone Stülp, e da Segurança Pública, Sandro Caron, além de parlamentares e do prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata.

  • Neurologista Dr. Diego Dozza aborda as várias faces da dor lombar baixa

    Neurologista Dr. Diego Dozza aborda as várias faces da dor lombar baixa

    A estrutura de sustentação do corpo é muito complexa e, sendo assim, os mecanismos para a geração de dor seguem o mesmo princípio! Existem várias estruturas que podem gerar a dor localizada na região lombar baixa com irradiação para as nádegas, quadril, coxas, virilha e menos comumente até para abdômem. Entre elas estão o disco intervertebral, as facetas articulares (articulações da coluna), articulação sacroilíaca, músculos e ligamentos. A principal causa de dor é o disco intervertebral que é responsável por cerca de 40% dos casos de dor lombar axial.

    O disco intervertebral é composto por um núcleo pulposo (composto por cerca de 75 a 80% de água) e um anel fibroso (composto por colágeno mais firme e que mantém esta estrutura íntegra). O processo de degeneração ocorre de forma gradual e por múltiplos fatores como perda da nutrição do disco, sobrecarga mecânica, tabagismo, sobrepeso e genética. Isso desencadeia uma série de eventos incluindo a perda de altura do disco intervertebral, aumento da mobilidade e instabilidade da coluna, culminando com a transmissão da carga para o anel fibroso que pode formar lacerações maiores por onde o núcleo pulposo pode herniar. Isto causa a compressão da raiz nervosa e uma das dores mais frequentes chamada ciática (também conhecida como ciatalgia, lombociatalgia), que é uma dor que inicia na região lombar inferior e irradia até o pé. Geralmente ocorre abaixo dos 50 anos de idade. Acima desta idade o mais frequente é ocorrer a estenose (estreitamento) do forâmen neural (canal por onde o nervo sai da coluna).

    As alterações  osteoarticulares são resultado das lesões das facetas articulares e correspondem por cerca de 15% das dores lombares axiais. Degenerações podem ocorrer em qualquer estrutura das articulações: cápsula fibrosa, membrana sinovial, cartilagem hialina e osso. O desenvolvimento de lesão mais comum é por stress repetitivo ou trauma cumulativo de baixa carga. Isto gera inflação que causa inchaço da cápsula, gerando estiramento e dor. A inflamação ao redor da articulação também pode causar estreitamento do forâmen nervoso e causar irritação do nervo levando à ciática. Mas também as próprias substâncias inflamatórias geram dor pela estimulação do sistema nervoso.

    Já a articulação sacroilíaca causa cerca de 16 a 30% das dores axiais baixas. Em pacientes que sofrearam cirurgia de artrodese lombar com fixação do sacro esta dor pode ser de 35%, mesmo com técnica bem executada. Além da artrodese outros fatores de risco são discrepância no comprimento das pernas, alteração do caminhar, trauma, escoliose, esforço físico pesado e gestação. A região posterior da articulação é composta pelo ligamento sacroilíaco, músculos glúteos médio e mínimo e músculo piriforme. Portanto, muitas funções são divididas com o quadril.

    O tratamento da dor vai depender da causa específica que muitas vezes é difícil de definir. Deve-se realizar um tratamento multimodal/multidisciplinar com fisioterapia, utilização de analgésicos/antinflamatórios, modificação do estilo de vida (perda de peso, parar o tabagismo) e tratamento psicoterápico, se necessário. O tratamento clínico deve ser de no mínimo 3 meses, sendo que neste período cerca de 80% das pessoas já terão melhorado.

    Para realizar o diagnóstico mais preciso e o tratamento mais adequado deve-se realizar o bloqueio diagnóstico. Dependendo da suspeita clínica será realizado o bloqueio da faceta articular, nervo radicular ou articulação sacroilíaca. Geralmento com o bloqueio já se consegue um grande alívio da dor, mas caso a dor persista são introduzidos outros tratamentos.

    E lembrem: os exercícios de reforço muscular nunca devem ser abandonados!

    Locais de atendimento:
    Passo Fundo – Rua Teixeira Soares 1117, sala 501, tel (54) 3622-2989/3622-2990
    Palmeira das Missões – Rua Rio Branco, 989, Sala 301, Edifício Athenas, Centro – Tel (55) 3742-4909
    Frederico Westphalen – Clínica Raimed, Rua Tenente Portela 435, tel (55) 3744-3100

  • Semana inicia com 698 vagas de emprego disponíveis aos canoenses

    Semana inicia com 698 vagas de emprego disponíveis aos canoenses

    O Banco de Oportunidades da Prefeitura de Canoas começa a semana com 698 ofertas de empregos, distribuídas em diversos segmentos profissionais. A maior parte das oportunidades corresponde à seleção de 500 técnicos agrícolas. Atualmente, a plataforma gratuita da Prefeitura conta com a adesão de 1.181 empresas, com um total de 69.699 currículos inscritos. 

    Para concorrer às vagas
    Os interessados devem fazer ou atualizar o cadastro no site do Banco de Oportunidades. Ao preencher o formulário, o candidato deve responder o máximo de itens solicitados e, principalmente, assinalar as vagas as quais deseja concorrer, de acordo com sua experiência ou conhecimento profissional.

    Inscreva-se ou atualize seu currículo no Banco de Oportunidades, clicando aqui.

    Veja as vagas com maior número de ofertas:
    Técnico agrícola: 500
    Operador(a) de telemarketing: 123
    Vendedor(a): 32
    Estagiário(a): 4
    Eletricista: 3
    Manutenção predial: 3
    Vigilante: 3

  • Os municípios brasileiros precisam fazer a lição de casa

    Os municípios brasileiros precisam fazer a lição de casa

    A grande maioria dos municípios brasileiros, para não dizer a quase totalidade, possuem extrema dependência das transferências de recursos financeiros do Governo Federal e dos Estados para que possam propiciar atendimento às suas despesas operacionais e principalmente realizar os investimentos que se mostram necessários na área de obras e na aquisição de bens patrimoniais.

    Os recursos atualmente recebidos pelos municípios decorrentes da arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios – FPM, repassado pelo Governo Federal, relaciona-se com a arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Física e Jurídica, bem como arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. Mensalmente, 23,5% desse montante arrecadado no Brasil são distribuídos aos municípios em proporção à sua população. Já a arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS – é uma arrecadação e repasse dos Governos Estaduais. Mensalmente, 25% do total arrecadado é distribuído aos municípios conforme o seu índice percentual de participação.

    O montante mensal repassado sob o título do FPM e do ICMS representam, em média, cerca de 80% dos que os municípios brasileiros arrecadam. Ou seja, as demais arrecadações, sob todos os títulos, tem baixa participação no montante arrecadado.

    Essa extrema dependência obriga administrações municipais a serem eficientes e efetivas na aplicação desses limitados recursos financeiros.

    Dessa forma, as administrações municipais precisam manter estruturas de custos operacionais fixos de forma enxuta, visando maior disponibilidade de recursos para o enfrentamento das mais variadas necessidades de suas comunidades.

    Administrações municipais que optam, erroneamente, no incremento de despesas e comprometimento de suas folhas salariais e encargos decorrentes, sob o ponto de vista que cabe ao poder público gerar empregos, faz aumentar ainda mais suas necessidades de buscar outras fontes de recursos, como emendas parlamentares, apresentação de projetos junto aos órgãos estaduais e federais, para que possam realizar ações e projetos em prol de suas cidades.

    O grande desafio que se impõem aos gestores e gestoras públicas é a alocação coerente e eficiente dos recursos públicos, mediante o estudo de suas estruturas, seus fluxos de trabalho e demais procedimentos, visando à sistematização e agilidade das ações, valendo-se de sistemas de informatização e uso de inteligência artificial, compondo grupos técnicos de planejamento em cada área e o constante aprimoramento das estruturas, reinventando-se na proporção que as mudanças impõem.

    Nos dias atuais, não há mais espaço para a tomada de decisão calcada meramente em opções pessoais dos gestores ou das gestoras, mas sim, no interesse coletivo, na participação das comunidades nos processos de construção dos planejamentos de curto, médio e longo prazo.

    Precisamos pensar nossos municípios além do horizonte de um ou dois mandatos. Precisamos pensar e planejar no longo prazo, como queremos posicionar nossos municípios daqui há 15 ou 20 anos. Esse planejamento de longo prazo praticamente inexiste no Brasil.

    Os municípios precisam fazer sua lição de casa, qual seja, racionalizar estruturas operacionais, buscar as parcerias com organizações sociais e a iniciativa privada, efetuar estudo de custos setoriais, em cada área da administração pública, mantendo a realização a cargo do poder público daquilo que se revelar mais econômico e mais efetivo, passando para terceiros quando os estudos de custos se revelarem que esse seja o caminho necessário. Obviamente, há áreas e políticas por demais sensíveis e estratégicas, cuja gestão, especialmente, deve ficar a cargo do poder público, não sendo recomendável a terceirização. Claro que isso não limita a condição de que sejam efetuadas parcerias e contratações.

    No campo das receitas, os municípios precisam destinar maior preocupação e, principalmente, maior ação na área de receitas próprias, quais sejam, aquelas sobre as quais os municípios tem poder de legislar e arrecadar, especialmente no que tange à arrecadação de IPTU – Imposto Predial Territorial Urbano – e o ITR – Imposto Territorial Rural – que está em processo de municipalização de gestão. Outra ação recomendável é uma maior eficiência na cobrança de suas dívidas ativas, importante ativo financeiro que pode vir a contribuir efetivamente com a disponibilização de recursos financeiros. Prestigiamos o bom contribuinte quando cobramos os que não pagam, chamamos de princípio da solidariedade na geração de receitas públicas próprias.

    Sabemos que as pessoas, pela própria natureza, não gostam ou não querem pagar tributos, mas não podemos esquecer que sem arrecadação não há serviço ou política pública em qualquer área. Mas isso não autoriza os municípios a não serem exigentes e zelosos para com a correta e efetiva aplicação dos recursos arrecadados.

    Assim, ou os municípios passam por essa revolução de mentalidade, ou manteremos, ainda por um tempo, as atuais políticas de curto prazo, a extrema dependência de emendas parlamentares e a necessidade de contrair dívidas para realizar investimentos públicos. Para termos um futuro, as administrações municipais precisam pensar e agir no presente.

    Gerson Luís Batistella. Administrador, professor da disciplina de Gestão Pública da URI – Frederico Westphalen, Professor Instrutor da Escola Superior de Gestão e Controle do Tribunal de Contas do Estado RS (TCE-RS), Auditor e Coordenador Regional do TCE/RS em Frederico Westphalen.

  • Consumidor de Santa Cruz do Sul leva prêmio principal do Nota Fiscal Gaúcha

    Consumidor de Santa Cruz do Sul leva prêmio principal do Nota Fiscal Gaúcha

    O prêmio principal do sorteio de março do Nota Fiscal Gaúcha (NFG), ocorrido na quinta-feira (30/3), teve como vencedor um consumidor de Santa Cruz do Sul, que ganhou R$ 50 mil. O evento ocorreu durante o Seminário Regional de Educação Fiscal e Nota Fiscal Gaúcha, realizado no auditório da Câmara Municipal de Rondinha. Na ocasião, outras 1.110 pessoas foram contempladas com valores de R$ 5 mil (10 prêmios), R$ 1.000 (100 prêmios) e R$ 500 (1.000 prêmios).

    Lista de vencedores

    Em março, o sorteio do NFG distribuiu o montante de R$ 700 mil em premiações. Nessa edição, foram computadas as notas fiscais com CPF emitidas em fevereiro deste ano. Ao todo, cerca de 42 milhões de bilhetes estavam no páreo.

    Os contemplados terão um prazo de até 90 dias para o resgate dos valores – data que começa a contar um dia após a publicação do resultado no Diário Oficial do Estado (DOE). Para participar dos sorteios, o consumidor precisa estar inscrito no NFG e solicitar CPF no cupom fiscal no momento da compra. Com isso, a participação nos certames mensais é automática.

    Como solicitar o prêmio?

    É possível solicitar o resgate pelo site www.notafiscalgaucha.rs.gov.br ou pelo aplicativo do NFG. 

    1. No site ou no app, efetue o login com seu CPF e senha;
    2. Em “Meus Prêmios”, solicite o resgate;
    3. Informe os dados solicitados pelo sistema e aguarde a disponibilização do prêmio.
  • Sesc/RS recebe categoria prata do prêmio Melhores em Gestão

    Sesc/RS recebe categoria prata do prêmio Melhores em Gestão

    Com avanços em seu modelo de gestão, o Sesc/RS foi premiado nesta quinta-feira (30/03) com a categoria prata do prêmio Melhores em Gestão – Ciclo 2022, promovido pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O vice-presidente da Fecomércio-RS e representante do Conselho Titular do Sesc/RS, Ademir José da Costa e a diretora regional do Sesc/RS, Sandra Lindorfer, receberam a premiação na tarde de ontem, em São Paulo. 

    “Além de uma participação ativa no Sistema de Avaliação do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade, que possuía o Modelo de Excelência em Gestão como base, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac também foi agraciado no ranking GPTW 2022 na quinta posição entre as melhores empresas para se trabalhar no Estado. Com mais este reconhecimento da FNQ, reafirmamos nosso compromisso de trabalhar nos fundamentos do MEG21 da excelência para amadurecer, ainda mais, nossa gestão”, ressaltou Costa. 

    Atualmente, o Sesc/RS possui 51 Unidades Operacionais no Rio Grande do Sul, distribuídas estrategicamente nas principais regiões do Estado, com instalações físicas nos municípios de maior densidade populacional e proximidade do público comerciário. A instituição também conta com sete Unidades Móveis e uma equipe de cerca de 1.600 colaboradores ativos. Conheça mais no site www.sesc-rs.com.br/

    Há 77 anos, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac está próximo da comunidade e das empresas gaúchas em prol do desenvolvimento, da felicidade e da mudança. Oportunizar mais acesso à cultura, ao esporte, à saúde, ao lazer, à assistência e à educação é a prioridade dos serviços oferecidos pelo Sesc e pelo Senac no Estado. Além disso, com o apoio dos sindicatos empresariais filiados, a Fecomércio-RS oferece ações que incentivam o empreendedorismo e o crescimento dos negócios do setor terciário.

  • Rio Grande do South Summit

    Rio Grande do South Summit

    POR EDUARDO LEITE

    Quando viajamos a Madri no segundo semestre de 2021 e o governo do Rio Grande do Sul conseguiu fechar o acordo que trouxe o South Summit para Porto Alegre, sabíamos que estávamos dando um passo ousado, mas necessário. Trazer para a capital gaúcha um dos maiores eventos de inovação do mundo iria nos conectar com uma plataforma global de negócios capaz de nos transportar para um estágio avançado. Fizemos mais do que isso: não só trouxemos o evento, mas o mantivemos até 2027.

    Estamos construindo uma história incrível na área da inovação. Como o Rio Grande do Sul colocou esse tema no centro de sua estratégia de desenvolvimento, agora contamos com um canal privilegiado e efervescente como o South Summit para nos impulsionar ainda mais. Por meio do evento, o ecossistema local encontra um caminho de crescimento organizado e sustentável, multiplicando oportunidades a partir do fomento articulado às startups.

    É notório que o Rio Grande do Sul já colhe os frutos, há alguns anos, da decisão de apostar na inovação. Não à toa, somos considerados o Estado mais inovador do Brasil. Conquistamos o posto por dois anos consecutivos (2021 e 2022), eleitos pelo Ranking de Competitividade dos Estados do Centro de Liderança Pública (CLP). O número de startups aqui também cresce vertiginosamente: mais de 70% apenas em 2022. 

    Entre as razões para o crescimento, certamente está a interiorização de políticas públicas de inovação, por meio do programa Inova RS. Mapeamos o Estado em oito ecossistemas regionais como uma estratégia de dividir esforços para multiplicar resultados, garantindo que as iniciativas cheguem de forma equilibrada a todo o território gaúcho.

    O desafio, agora, é continuar ampliando os horizontes e tratar a inovação não apenas em sua dimensão tecnológica. Precisamos induzi-la como um meio para desenvolver outras dimensões prioritárias da vida coletiva do nosso Estado, entre elas a educação. Afinal, são investimentos que se revertem em mais qualidade de vida. Esse é o nosso objetivo maior, e certamente é a porta que o South Summit abre em direção ao futuro.

    Governador