• 4 de março de 2024

Agosto Dourado conscientiza sobre a importância do aleitamento materno

 Agosto Dourado conscientiza sobre a importância do aleitamento materno

ASCOM/PM/CANOAS

Solânge dos Reis, 40 anos, passou nove meses sonhando com o nascimento de seu primeiro filho. Heros nasceu no final da tarde do dia 26 de julho no Hospital Universitário de Canoas (HU). Em pouco tempo, já estava sendo amamentado no peito da mãe, que não escondia a emoção: “Estou realizando um sonho e, aos poucos, estamos nos conhecendo melhor, aprendendo como funciona o processo de amamentação, afinal a gente nunca está totalmente preparada, né? A sensação de dar vida a um filho é emocionante”.

O leite materno é considerado a melhor fonte de nutrição e de proteção para bebês. Para destacar a importância do aleitamento materno e incentivar mulheres a amamentar até os dois anos ou mais e, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses da criança, agosto é celebrado nacionalmente como o mês dedicado ao tema. O chamado Agosto Dourado faz alusão ao fato de o leite materno constituir padrão ouro de alimentação para crianças, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Fortalecendo a conexão

A família de Carina Soares Junchen, 32 anos, ficou maior no domingo, dia 25 de julho, com o nascimento da pequena Heloísa. Carina tem uma filha de dez anos, e diz que a recém nascida é mais calma e comportada que a primogênita, inclusive na hora de amamentar. “Para as mamães que possam ter alguma dificuldade com a amamentação, digo que é importante ter paciência e ir aperfeiçoando a conexão com o bebê, pois a mamada no peito protege e, no final de tudo, compensa muito”.

Redução de riscos à saúde

A médica pediatra do Hospital Universitário de Canoas, Mariana Oppermann, destaca a importância da amamentação, tanto para o bebê quanto para a mamãe. “O leite materno é um alimento completo, desde o processo nutricional até o imunológico”. A Organização Mundial da Saúde recomenda que a amamentação no peito não seja interrompida antes dos seis meses do bebê, à exceção de casos especiais, e que se estenda até os dois anos de idade. Segundo a médica, o leite materno reduz risco de câncer de mama, facilita a recuperação no pós-parto e do peso da puérpera, aumenta o vínculo entre mãe e recém nascido, reduz riscos de alergias, de obesidade e de diabetes para o bebê.

Com informações da Assessoria de Imprensa do HU. 

Escritório de Comunicação – PMC

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